Quinta-feira, Abril 8

We live in a box!

Como não aderir ao conforto de uma caixa?
Existir sem questionar, seguir de olhos fechados por entre histórias mirabolantes e mistificar.
A natureza encarregou-se de explicar o que é o mundo sem Deuses, nem crenças infantis, religiões e políticas absurdas.
No meio desta interdependência global onde a energia tem um papel fundamental, o simples propósito de existir não cria conforto no ser humano.
É absolutamente compreensível que se tenham dedicado a construir caixas a que chamam religião, onde o adepto é convencido de uma história infantil cheia de promessas que nunca em tempo algum foram ou serão confirmadas da sua veracidade. Ensina-se o ser a focalizar e atribui-se o resultado desta energia mental a seres ominipotentes que reclamam serem adorados e venerados, sabe-se lá porquê...
E para os não adeptos da religião, construíu-se a caixa mágica que vai debitando uma forma de pensar e visualizar generalizada, virada para o constante consumo e insatisfação, criando seres atordoados e controlados.
Nós separados, individualizados e urbanamente amordaçados, exisitimos na previsibilidade que nos oferecem. Eles unidos e descontraídos, livres do peso diário de uma labuta sem fim, fingem preocupar-se com os fantoches que pagam pelos seus erros.

Sábado, Março 6

YAWA (RAGU)



yawa (ragu) = abrandar, acalmar, acalmar-se
To be softened or to become mild is yawa-ragu.

Emperor Raghu (Sanskrit: रघु) was a valorous king of the Ikshvaku dynasty. According to the Raghuvamsha, he was born to king Dilipa and his queen Sudakshina.
His name in Sanskrit means the fast one, deriving from Raghu's chariot driving abilities.

Ragù is an Italian term for a meat-based sauce, which is traditionally served with pasta. The word is the phonetical Italian spelling of the French ragoût.


Ragú is a brand name, marketed version of an Italian-style sauce known as Ragù. The Ragú brand was first sold in 1937 - and currently one of many consumer brands in the portfolio of Anglo-Dutch food giant Unilever. It is the best selling U.S. brand of pasta sauce. Ragú was acquired by the Lipton and Bestfoods companies before merging with the Unilever portfolio. It has a sister brand under the Knorr trademark in the UK.

The Ragú pasta sauce line consists of smooth Old World Style sauces, Chunky sauces, bold Robusto! sauces, as well as organic and light pasta sauces. While most well known for selling jar packaged pasta sauce, Ragú also has a line of pizza sauces.

In its first several decades, Ragú advertising and sales broadened the appeal of Italian-American food in the United States, with slogans like "That's Italian!" and "Ragú brings the Italian out in you!" Americanized Italian cuisine is now the most common "ethnic" cuisine served in U.S. households, followed by variations of Americanized Mexican cuisine.[citation needed]

Current advertising highlights the natural ingredients and "full serving of veggies" found in the sauce. Cooked tomato foods, including Ragú, are highlighted as containing the antioxidant lycopene which is claimed to be a cancer fighting agent.


http://www.youtube.com/watch?v=-xC_dZhbGro

Como fazer um Ragú alla Bolognesa click
Como fazer Ragú Vegetariano click

Quarta-feira, Outubro 28


Pensei em reactivar a BUU mas já tinham copiado o nome, roubado a idéia. E também já resgistaram escandalosamente um site com o nome.
Aqui fica o logo como uma celebração do que poderia ter sido, mais um projecto interessante.

NR

Quarta-feira, Outubro 29

Nós escolhemos as nossas vidas tantas vezes

O stress somos nós.

Se deixarmos, a vida automaticamente caminha do simples para o complexo.
O mundo são ilusões.
O mundo é uma montagem complexa
de múltiplas impressões
simples
da realidade.
Os hábitos criam a normalidade,
nós tendencialmente mudamos os hábitos
circularmente
para que a norma viaje discretamente
pelo tempo fora,
e chegue sempre ao mesmo sítio...
A lugar nenhum, enfim.
Normal é ser o reflexo
do que os outros esperam
de nós.
Os outros são pré-definidos, pré-educados, pré-habituados
para nos pré-programarem
a nunca questionar

a normalidade.

Inventam vertíces absolutos (deuses)
diabolicamente exigentes
e rancorosos
com rituais adjacentes
e histórias mirabolantes
para nos deixarem olimpicamente dominados
numa existência anestesiada.

Levanto-me no meio de conclusões precipitadas
e desafio o magnetismo da pobreza de espírito.

O princípio é hoje!

Quinta-feira, Janeiro 26

Leva-me para o fim do mundo

A energia de um beijo é um assunto fácil, simples, raro...
Os beijos que mudaram a minha vida nem sempre foram muito longos, escandalosos ou húmidos. Curiosamente, quando penso nisso, retenho que foram beijos que ultrapassaram a minha vida, pela energia que deixaram passar, pela carga sexual, pela frescura, por serem inesperados, enfim por serem únicos. Não tenho paciência para beijos secos em que duas bochechas mal se tocam enquanto os lábios teatralmente beijam o ar... Um beijo manifestamente tem que ser orquestrado singularmente na sedução do desejo e partilhado na alma por um instante que seja, mas que SE ouse inesquecível, atrevido, divertido, carinhoso ou inocentemente apaixonado.
Saber beijar não têm nada a ver com a grossura dos lábios, nem com a força com que a lingua penetra na cavidade bucal da outra pessoa mas sim com a libertinagem do espírito. Um beijo acompanhado das mãos, enriquece, faz fantasiar, derruba barreiras. Um beijo inteligente sai pelos olhos. Um beijo lento reduz a distância de duas almas. Um beijo intenso, cruza os cheiros, deixa um pouco da nossa vida, troca energias vitais para a nossa imaginação. Um beijo sincero é uma oportunidade, um risco, uma oração.